Nuno Fonseca assume a presidência do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa

Nuno Martins da Fonseca acaba de assumir o cargo de Presidente da Direção do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS). O atual Presidente da Associação Empresarial de Felgueiras sucede, assim, de forma natural, a Luís Miguel Ribeiro, o qual termina o seu mandato à frente da Direção do Conselho Empresarial.

De acordo com os princípios estruturantes do CETS, o ato eleitoral previsto nos estatutos conduziu à eleição, em lista única, de Nuno Martins da Fonseca, que doravante assumirá os destinos da instituição, promovendo também a alternância nos órgãos desta estrutura associativa – condição esta pré-fixada à constituição do Conselho Empresarial. Luís Miguel Ribeiro, Presidente da Associação Empresarial de Amarante, assume neste mandato o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral, sendo o cargo de Presidente do Conselho Fiscal ocupado por Casimiro Magalhães Costa, da Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto.

Nas suas primeiras palavras, o recém eleito Presidente destaca a qualidade do trabalho desenvolvido pelo anterior elenco diretivo, liderado por Luís Miguel Ribeiro, e antevê um futuro promissor para o Conselho Empresarial e para a região do Tâmega e Sousa. Paralelamente, salienta: “Com o trabalho desenvolvido, mostramos a necessidade que esta região tem de contar com um parceiro vindo dos agentes da economia real, que se assuma como um agente do desenvolvimento regional, em colaboração com outras entidades do Tâmega e Sousa, nomeadamente com os Municípios – através da sua estrutura supramunicipal, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Felgueiras, do IPP, bem como os demais agentes relevantes para o desenvolvimento do território, tendo como enquadramento o quadro estratégico já conhecido. Este, decisivamente, contribuirá para o aumento da competitividade da região, melhorando os indicadores do desenvolvimento”.

No encerramento do seu discurso, Nuno Martins da Fonseca, destacou a necessidade de através da cooperação institucional dos principais atores da região, inverter o ciclo económico e social menos favorável dos últimos anos, através de um modelo de desenvolvimento coeso que passa pelas seguintes prioridades: Mais captação de investimento; Empresas mais competitivas; Mais emprego; Maior fixação das populações; e, Melhoria dos indicadores da qualidade de vida.