A empresa Almeida Ferreira, Lda nasceu como Restaurante Zona Verde, em Felgueiras, em 1985, e é uma das empresas participantes do programa ‘Melhor Turismo 2020’, promovido pelo CETS com o apoio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal.
A adesão ao projeto foi motivada pela vontade de “melhorar a digitalização da empresa, nomeadamente a criação de ementas e cartas de vinhos digitais”, além da “obtenção do selo de qualidade da Rota do Românico” e o “auxílio na submissão de candidaturas de apoio ao nível do Portugal 2020”, explica Manuel Almeida Ferreira.
O sócio e responsável faz uma avaliação “extremamente positiva” da intervenção realizada na empresa, notando que se verificam “melhorias significativas”. “As ementas e a carta de vinhos digital já se encontram implementadas; fomos auxiliados na elaboração de uma candidatura ao nível do Balcão 2020 e já possuímos o selo de qualidade da Rota do Românico”, salienta.
Com base na experiência vivida na sua empresa, Manuel Almeida Ferreira recomenda a participação nos programas de apoio existentes.
“Esta iniciativa do CETS é de louvar, todos os empresários deviam aproveitar e usufruir destas iniciativas, pois ajudam-nos a crescer”.
De instalações amplas e modernas, esta empresa do setor da Restauração e Eventos orgulha-se de estar “muito bem equipada” e a sua principal preocupação é “a prestação de um serviço de qualidade e garantir que os clientes ficam satisfeitos”. No Restaurante Zona Verde são confeccionados todo o tipo de pratos, desde carnes grelhadas ao cabrito assado no forno e ao cozido à portuguesa. “O bom vinho não pode faltar para acompanhar as iguarias servidas”.
A empresa nasceu como restaurante, explorando um espaço onde ainda hoje está situada, mas, ao longo dos anos, realizou investimentos avultados para poder oferecer aos seus clientes novas e melhores instalações bem como proporcionar mais serviços, nomeadamente a realização de eventos numa propriedade autónoma: um solar brasonado adquirido especificamente para o efeito.
O programa ‘Melhor Turismo 2020’ é cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.
O CETS – Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e a AEP – Associação Empresarial de Portugal encontram-se a promover, em parceria, o programa Emprego Mais Digital, a decorrer nos meses de maio, junho e julho.
Este programa tem como missão ajudar as empresas no seu processo de transição digital assente na capacitação e inclusão digital dos seus trabalhadores. Para isso são apresentadas 3 ações de formação na área digital, na forma de unidades de formação de curta duração (UFCD), destinadas a ativos empregados.
Estas formações decorrem em formato online através da plataforma Cisco Webex, e em horário pós-laboral.
Áreas temáticas:
UFDC 0530 – Aplicação informática – gestão de projetos | duração de 50 horas | Nível 4
UFDC 10236 – Plataformas Web – promoção e gestão de conteúdos multimédia | duração de 25 horas | Nível 4
A quem se destina estas formações?
As ações de formação são destinadas a ativos empregados com as qualificações do Quadro Nacional de Qualificações de nível 4 – igual ou superior ao 3º ciclo do Ensino Básico.
Escolher este programa porquê?
Ações financiadas a 100% pelo IEFP, não implicando qualquer custo a suportar pelos formandos
Subsídio de alimentação de 4,77€ se a formação decorrer em horário pós-laboral
O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) recebeu na sua sede, na Casa das Torres, em Felgueiras, o Presidente da Câmara de Comércio Portugal – China, Pequenas e Médias Empresas (CCPC-PME) e da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China, Y Ping Chow.
Na ocasião foi apresentada a Câmara de Comércio Portugal-China, PME – constituída em 2020 – e analisado um protocolo conjunto, o qual estará orientado para a promoção de oportunidades de negócio bilaterais e para o apoio ao tecido empresarial da região neste mercado estratégico.
É de recordar que o Conselho Empresarial é, desde 2014, membro da Câmara de Cooperação e Desenvolvimento Portugal-China. Durante os últimos anos tem vindo a reforçar a cooperação institucional e empresarial, tendo publicado o estudo ‘Doing Business – China’, em 2016, e encetado missões empresariais ao país e inversas.
Entrevista com o Sr. Presidente do Conselho Empresarial, Emídio Monteiro
O que justifica a existência do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS)? Porque é que o CETS é importante?
R: O Conselho Empresarial nasceu da vontade manifestada pelas 12 Associações Empresariais da Região em constituir uma estrutura representativa, de forma a contribuir eficazmente para o desenvolvimento territorial.
Pretendemos implementar ações e projetos que visem o desenvolvimento homogéneo e sustentado, assim como o estudo, a defesa e a promoção das empresas e dos interesses socioeconómicos da Região NUT III Tâmega, mediante a cooperação e representação das respetivas estruturas associativas empresariais e organizações que o integrem.
Neste processo todos são precisos. Defendemos que o desenvolvimento da Região só é possível com a criação de sinergias e de cooperação entre vários agentes locais e territoriais. De notar o trabalho contínuo e próximo entre empresas, municípios e ensino, cujos conhecimentos e valências distintos são vitais e complementares neste processo.
No início do mandato (2019), identificou como objetivos principais “consolidar estratégias definidas no passado, ao nível do apoio à Internacionalização, Qualificação, Empreendedorismo e Inovação das empresas; reforçar a cooperação associativa e a proximidade com o tecido empresarial; e garantir uma cooperação triangular saudável, entre entidades (empresas – poder autárquico – conhecimento científico)”.O que é que tem sido feito?
R: A estratégia do CETS passa, efetivamente, por uma aposta clara no apoio à internacionalização das empresas da Região, bem como pela formação contínua. É o caminho a seguir. Há uma busca constante para melhorar a adaptação às exigências do mercado e continuarmos empenhados em consolidar uma fórmula estratégica de atuação com foco em três eixos fundamentais: Qualificação – Inovação – Internacionalização.
Sobre a questão da cooperação entre entidades: no ano passado, juntamente com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPP, o CETS constituiu o ‘Gabinete Económico e Social do Tâmega e Sousa’, que coordena 5 áreas estratégicas de atuação: Economia Social; Economia de Proximidade (Comércio Tradicional, Agricultura), Capacitação Profissional; Cultura e Turismo; e Indústria. O objetivo visa criar momentos de auscultação de vários agentes do território, no sentido de criar um Plano Estratégico para o Tâmega e Sousa, nestas áreas elencadas.
Que avaliação faz do atual quadro empresarial da Região? Existem atividades económicas que estejam a necessitar de uma atenção/intervenção extra?
R: O Tâmega e Sousa é um território heterogéneo, fortemente industrial, exportador e inovador. Possui vários dos principais setores de atividades nacionais, fortemente exportadores, como a Fileira da Moda (calçado, têxtil e vestuário), o Mobiliário, a Metalomecânica, a Construção e Materiais (onde se destaca a extração da pedra). E é de salientar também o grande peso que o Agroalimentar, nomeadamente o setor do Vinho Verde, tem assumido.
O compromisso conjunto de apoiar o crescimento económico tem de ser uma aposta contínua. A Região deve continuar a apoiar o Empreendedorismo, a Inovação e a Digitalização dos processos, o acesso a uma rede de serviços e acessibilidades cada vez mais descomplicada e adaptada às reais necessidades.
As empresas e os novos projetos devem ser continuamente apoiados, em prol de mais e melhor emprego, maior sustentabilidade dos negócios e fixação da população neste território.
Tendo em conta o contexto pandémico, deve ser dada especial atenção – com medidas de apoio ao emprego e à economia – aos setores estratégicos da Região. A título de exemplo, menciono o Turismo (que reúne o grupo da restauração, alojamentos locais/hotéis e cafés) e a Fileira da Moda: Calçado, Têxtil e Vestuário.
No Turismo o impacto da pandemia tem sido evidente. A tendência de queda das exportações de calçado – já sentida em 2019 – foi acentuada pela pandemia. As exportações de calçado português caíram 22% entre 2016 e 2020. Já no setor do têxtil e vestuário, as exportações registaram uma quebra de quase 30% (em 2020).
Quais são os principais problemas/dificuldades que os empresários da Região têm sentido?
R: No contexto geral existem dificuldades que já são bem conhecidas e ainda persistem, como as acessibilidades, sobretudo quando falamos no Baixo-Tâmega, e também os custos energéticos, que assumem ainda uma parte substancial da estrutura de custos das nossas empresas, o que em setores fortemente exportadores não deixa de ser um obstáculo.
Além disso, é impossível não mencionar os impactos da crise pandémica que atravessamos. Eles são inegáveis e prejudicam o desenvolvimento das atividades empresariais e a sustentabilidade dos negócios.
Temos empresas que estão fortemente dependentes dos mercados de exportação e a recuperação económica dos países que tradicionalmente recebem os produtos é uma preocupação enorme.
Uma nota também sobre o comércio de proximidade, serviços e restauração:
Na Região assistimos a algumas incongruências na execução do plano de desconfinamento iniciado em março de 2021, reportadas pelas empresas. É o caso da proibição do funcionamento das pequenas lojas localizadas dentro de centros comerciais locais, exceto barbearias e cabeleireiros. A não retoma destes pequenos comerciantes (a partir de 15 de março) foi interdita apenas por não se tratar de lojas com porta para a rua. As lojas de rua acabaram por abrir nessa mesma data.
Com a abertura gradual dos negócios, apelamos ao cumprimento contínuo de todas as normas sanitárias, com especial cuidado na introdução de esplanadas na área da restauração que garantam a aplicação dessas normas/recomendações e que também estejam em conformidade com as autorizações municipais para utilização do espaço público. Todos somos chamados a fazer parte do combate à pandemia, quer enquanto empresários, quer enquanto utilizadores e membros da comunidade.
No início deste ano, o Conselho Empresarial apelou ao Governo à celeridade na aplicação e execução das medidas de apoio às empresas. Enviou também um pedido de apoio à Confederação do Comércio e Serviços de Portugal através de uma carta conjunta, com outras entidades empresariais. Pode falar-nos sobre estes apelos?
A situação atual exige uma atenção redobrada em termos de política de apoio por parte do Governo às empresas. É fundamental garantir um acesso alargado e simplificado aos apoios e que eles cheguem às empresas com maior rapidez, a fim de promover a sustentabilidade dos negócios e empregos. E a nossa função enquanto associação passa também por fazer ouvir os empresários junto dos decisores políticos.
Na carta enviada à Confederação do Comércio e Serviços de Portugal também foi solicitada intervenção junto do Governo porque além das empresas também as Associações Empresariais precisam de apoios concretos.
Ao nível das Associações Empresariais é vital que as medidas também sejam direcionadas para a área associativa, pelo seu papel relevante na articulação e execução das políticas públicas de apoio à dinamização económica e à qualificação de pessoas e empresas.
O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa tem em curso o projeto de ‘Formação-Ação PME2.0 (FPME) – Faz das Pequenas, Grandes Empresas’, com vista a apoiar as pequenas e médias empresas da Região Norte em processos de reforço de competências, o que ganha especial relevância na atual fase de normalização e retoma da atividade económica.
A intervenção inicia com um diagnóstico que permite a definição do plano de ação/desenvolvimento e materializa-se com aprendizagem em contexto organizacional, através de formação e consultoria, numa estratégia de mudança empresarial.
Destaca-se o enfoque nas temáticas de: Gestão da Inovação (acompanhamento e fomento de novos produtos e processos nas empresas), Economia digital (uso da internet, tecnologias e dispositivos digitais nos processos de produção, comercialização e distribuição de bens e serviços), Internacionalização (presença e atuação em mercados globais) e Indústria 4.0 (transformação digital e a adoção de novas tecnologias com vista à melhoria da competitividade).
Este projeto do CETS é promovido ao abrigo do Programa de Apoio ao Relançamento dos Negócios e conta com o apoio da Associação Empresarial de Portugal (AEP), sendo cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Social Europeu.
Apoiar as PME da região para enfrentar os desafios atuais e futuros: é este o propósito do projeto de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020” que o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) tem em curso, com o apoio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal.
As inscrições estão abertas e destinam-se à Restauração, Cafés, Hotelaria e Alojamentos locais, Operadores turísticos, entre outros.
Tendo por referência 3 áreas temáticas – Economia Digital, Gestão de Empresas Turísticas e Otimização de Recursos Financeiros, o projeto incide no apoio à readaptação, consolidação e qualificação das PME’s do setor turístico, através de consultoria personalizada e de formação certificada. A intervenção inicia-se com o diagnóstico das necessidades, passando posteriormente para a criação de um plano de ação e avaliação da implementação.
Esta é uma oportunidade para aumentar a capacidade de gestão da sua empresa, reorganizar, inovar e qualificar os seus recursos humanos em domínios relevantes. Beneficie de financiamento de 90% a fundo perdido e prepare a sua empresa para um futuro melhor.
Este projeto é cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.
Para verificação de elegibilidade, é necessário o envio da seguinte documentação:
Declaração início de atividade, no caso dos Empresários em nome individual;
Certificado PME (atualizado – se aplicável);
IES/IRS 2019/2020 – Situação Líquida positiva;
Certidões de não dívida às Finanças e Segurança Social ou declaração de plano prestacional em vigor;
Certidão permanente ou código de acesso;
Comprovativo: Licenciamento da atividade (preencher declaração em Anexo 1) ou autorização de atividade;
Empresa autónoma (se aplicável) – preencher declaração em Anexo 3;
Declarações: ausência de salários em atraso, empresa em dificuldade, capital – preencher declaração em Anexo 2; elegibilidade.
Quando se trate de um beneficiário criado há menos de 1 ano, a situação líquida positiva comprova-se por balanço intercalar posterior, certificado por um Revisor Oficial de Contas (ROC), reportado até à data da candidatura.
Encontram-se abertas as candidaturas ao Programa de Apoio à Produção Nacional da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (PAPN do Tâmega e Sousa), no âmbito do Sistema de Incentivos ao Empreendedorismo e ao Emprego (SI2E).
O programa é dirigido a micro e pequenas empresas do Tâmega e Sousa – Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende – ligadas à indústria, à construção e ao turismo, três setores empresariais estratégicos da região.
O prazo para a submissão de candidaturas termina às 17h59m59s do dia 26 de fevereiro de 2021. A apresentação de candidaturas é feita através de formulário eletrónico próprio, disponibilizado no Balcão 2020.
Face ao novo confinamento decretado, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa apela à celeridade na aplicação e execução das medidas de apoio às empresas e nota a existência de algumas limitações das medidas, num momento em que a cooperação de todos é vital para combater a pandemia.Leia mais
Após uma primeira edição dedicada à promoção do espírito empresarial, a Associação Empresarial de Portugal (AEP) abre uma nova etapa no apoio a Empresas, Empresários e Empreendedores da região Norte.
O ‘Novo Rumo a Norte – Rumo ao Crescimento’ conta com o apoio de uma rede colaborativa empenhada em melhorar as condições de competitividade das micro e PME. São desenvolvidos três eixos de atuação prioritária: a Cooperação, através do fomento de redes relacionais; a Inovação, através de práticas de inovação aberta; e a Capitalização, através da informação dos meios e mecanismos disponíveis.
Orientado para a partilha de informação e a igualdade de oportunidades, o NRN – Rumo ao Crescimento destina-se a todos os empresários e quadros de micro, pequenas e médias empresas da região Norte, qualquer que seja o setor de atividade a que se dedicam.
Recorde-se a rede colaborativa de raiz associativa é constituída por 7 entidades regionais: CETS (Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa), Ceval (Confederação Empresarial do Alto Minho), Cedrac (Conselho Empresarial da Região do Ave e Cávado), AIMinho (Associação Industrial do Minho), ACISAT (Associação Empresarial do Alto Tâmega), Nervir (Associação Empresarial de Vila Real) e Nerba (Associação Empresarial do Distrito de Bragança).
O NRN – Rumo ao Crescimento é cofinanciado pelo NORTE 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Fonte: NOVO RUMO A NORTE
*Parceiro territorial: Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa
Ao abrigo de Programa de Apoio ao Relançamento dos Negócios, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) disponibiliza projeto de Formação-Ação destinado às PME, promovido com o apoio da Associação Empresarial de Portugal (AEP) e cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Social Europeu.
O projeto visa contribuir para a normalização e retoma da atividade económica, fomentando o reforço de competências dos empresários, gestores e colaboradores das empresas no domínio da reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como no desenvolvimento de temáticas associadas à inovação e mudança