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Reabriram as inscrições para novas turmas do Programa Emprego Mais Digital

O Conselho Empresarial no Tâmega e Sousa (CETS) reabriu período de inscrição para novas turmas, no âmbito do programa Emprego Mais Digital – Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD).

  • UFCD 10236 – Plataformas WEB – promoção e gestão de conteúdos multimédia

O programa Emprego Mais Digital, promovido no Tâmega e Sousa pela AEP (Associação Empresarial de Portugal), em parceria com o CETS , tem como missão ajudar as empresas no seu processo de transição digital assente na capacitação e inclusão digital dos seus trabalhadores. 

As ações de formação são destinadas a ativos empregados com as qualificações do Quadro Nacional de Qualificações de nível 4 – igual ou superior ao 3º ciclo do Ensino Básico. Têm início previsto no mês de outubro, em regime online e horário pós-laboral.

Notícias, Qualify&BrandOn

CETS completou ciclo de ações de benchmarking destinadas aos empresários da região

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) dinamizou duas ações de benchmarking no mês de setembro, desenvolvidas ao abrigo do projeto ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’. 

As empresas ECCO’Let, em São João de Ver, e Fernando Ferro e Irmão, S.A, em Estarreja, foram visitadas a 29 de setembro, naquele que foi o encerramento deste ciclo de atividades inseridas no Programa de Estímulo à Inovação Criativa e de Promoção de Práticas de Cooperação de Pequenos Clusters. 

As visitas realizadas ao longo do projeto permitiram envolver empresários da região do Tâmega e Sousa e possibilitar-lhes o contacto com empresas consideradas como referência e exemplos de sucesso e de boas práticas, contribuindo para isso o facto do seu posicionamento incluir uma forte aposta na internacionalização, na inovação, no uso de tecnologias avançadas e ainda na formação, ambiente e condições de trabalho.

Para o presidente do Conselho Empresarial, Emídio Monteiro, o projeto revelou-se extremamente positivo e enriquecedor, bem como enquadrado na estratégia do CETS, uma vez que “permitiu aos participantes conhecer novas realidades empresariais, enquadradas num posicionamento voltado para um futuro inovador e dinâmico. Esperamos que estes exemplos sirvam de incentivo a novas apostas e consequente crescimento da força do tecido empresarial da nossa região”

No Tâmega e Sousa, “temos vários dos principais setores de atividades com destaque nacional e além-fronteiras. Somos um território fortemente industrial, exportador e inovador mas há passos que ainda têm de ser dados no caminho da internacionalização, da inovação digital e da qualificação. A formação e a otimização de processos têm um papel fundamental na adaptação às exigências do mercado e reforço da competitividade e é isso que queremos para a comunidade empresarial da nossa região”, salienta o dirigente.

No total, o CETS concretizou sete ações de benchmarking setoriais em 2021 – Metalomecânica; Construção e Pedra; Fileira da Moda – Têxtil e Calçado. Recorde-se que durante o mês de julho foram realizadas cinco visitas, que tiveram como destino as instalações da FORCEFER – Engenharia Metalomecânica, Sernancelhe; Continental Advanced Antenna Portugal, Vila Real; Ecosteel, S.A., Póvoa do Varzim; Quinta & Santos Score S.A., Barcelos; e António Longarito, Lda, Barcelos e Braga.

Em 2020, no período pré-pandemia, foram também desenvolvidas cinco visitas no domínio dos seguintes setores: Turismo, Agroalimentar e Metalomecânica – Original Douro Hotel, Peso da Régua; Quinta da Bela, Lamego; Adega Cooperativa do Távora, Moimenta da Beira; Amob, Vila Nova de Famalicão e Frulact, Maia.

O ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’ – promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em copromoção com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa  e com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico do Porto – é cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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“O nosso principal objetivo é fazer chegar mais longe e mais alto a voz dos nossos associados”

A Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, organismo fundado em 1920, tem como missão “representar a classe empresarial e promover a satisfação dos associados, orientando-os e instruindo-os de forma a que continuem a dar o seu imprescindível contributo para o desenvolvimento da região” onde está implementada.

Casimiro Magalhães Costa, Vice-Presidente da Direção desta  Associação,  explica o que tem sido feito na defesa dos interesses dos associados e na promoção do desenvolvimento empresarial.

Que análise faz do panorama empresarial do território que a associação abrange?

O tecido empresarial desta região procura adaptar-se às sucessivas mudanças com que se depara neste momento. A Associação Empresarial pretende ser um instrumento de apoio à vida económica dando apoio total ao tecido empresarial. Temos empresários com visão e empresas que se preparam para os desafios existentes na qual procuramos delinear novas estratégias.

O nosso objetivo é que os cidadãos privilegiem as empresas e o comércio de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto.

De que forma é que a associação tem ajudado as empresas, suas associadas?

A Associação tem ajudado as empresas associadas de diversas formas, através do departamento de formação da Associação Empresarial, uma vez que oferece às empresas associadas, empregados e desempregados, um leque formativo muito variado, contribuindo para o desenvolvimento de competências que permitam a modernização económica e empresarial. Pretende, de igual forma, dar resposta à crescente necessidade dos trabalhadores se adaptarem a novos contextos laborais.

Temos um plano de internacionalização, elaborado especialmente para os nossos associados, que possa corresponder à sua realidade empresarial e que permita aceder a novas oportunidades de negócio em novos mercados.

Para quem tem uma carreira profissional e pretende certificar as suas competências, no Centro Qualifica da Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, encontra uma oferta diversificada, sendo possível, em função do seu perfil e experiência, realizar um processo de RVCC Profissional ou de Dupla Certificação ou encaminhamento para processos de qualificação ajustados.

Tem ainda o projeto “Associação Dinamiza”, que pretende ser um ponto de encontro entre a associação e todos os seus associados com sessões de esclarecimento, workshops, conversas informais…

A Associação é, hoje, reconhecida na região e por todos os organismos nacionais e associativos, públicos ou privados, pelas suas ações de informação, formação, divulgação e sensibilização, sempre com o objetivo principal de fazer chegar mais longe e mais alto a voz dos seus associados.

Do plano de atividades, que dinâmicas se têm destacado?

Esta Instituição tem, desde há alguns anos, tentado ajudar os empresários na sua internacionalização e nesse sentido, como já foi referido anteriormente, existe um plano de internacionalização elaborado especialmente para os nossos associados, orientado para que possa efetivamente corresponder à realidade empresarial deles.

O que se pretende, essencialmente, é que se consiga entrar em novos mercados e seja possível aceder a novas oportunidades de negócio.

A Associação Empresarial é proprietária de duas Escolas Profissionais, a Escola Profissional de Fafe e a Escola Profissional CISAVE de Guimarães, na qual desenvolve formação profissional orientada para as necessidades do tecido sócio económico da região e para as expectativas dos jovens.

Esta Associação Empresarial procura defender os interesses dos associados e promover o desenvolvimento empresarial, e soube adaptar-se às sucessivas mudanças com que se foi deparando ao longo dos anos.

Que projetos estão em curso?

Temos um conjunto de projetos em execução, que vão de encontro às necessidades de todos os sectores de comércio, indústria e turismo.

Esta Associação é o resultado de uma congregação de esforços que garantem o seu desenvolvimento e permitem atingir os seus objetivos. O nosso grande desafio é dar continuidade aos processos de inovação, crescimento e internacionalização para desta forma aumentar a competitividade das empresas, que são o motor do desenvolvimento económico.

Que outras dificuldades/desafios são mais sentidos pela associação?

Esta crise pandémica provocou profundas alterações na nossa economia e na nossa sociedade. Nesta fase, será muito importante que o estado, as empresas e os cidadãos em geral estabeleçam um novo contrato de competência e confiança que permita encontrar as respostas adequadas para um conjunto de problemas que vão surgindo.

No que concerne ao período de crise, esta Instituição foi procurar soluções perante estas adversidades, designadamente, procuramos auxiliar as empresas a perceberem o caminho que devem seguir, delineando novas estratégias e procurando apoios e parcerias para as colocar em prática. E aqui, mais uma vez, procuramos apoiar os nossos associados quer nos seus projetos de internacionalização, quer na qualificação das empresas.

FAZEM PARTE DO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA AS SEGUINTES ASSOCIAÇÕES: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CASTELO DE PAIVAASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE AMARANTEASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE BAIÃO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE CINFÃES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FAFE, CABECEIRAS DE BASTO E CELORICO DE BASTOASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FELGUEIRASASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DO MARCO DE CANAVESESASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PAÇOS DE FERREIRAASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PENAFIELASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE VILA MEàE A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE LOUSADA.
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Emprego Mais Digital: Inscrições abertas para Plataformas WEB – promoção e gestão de conteúdos multimédia’

Encontra-se aberto o período de inscrições para uma nova turma da UFCD 10236 – ‘Plataformas WEB – promoção e gestão de conteúdos multimédia’ (Turma 02), no âmbito do programa Emprego Mais Digital. 

A formação, com início previsto para o dia 21 de setembro, decorre em formato online e em horário pós-laboral.

Este programa, promovido no Tâmega e Sousa pela AEP (Associação Empresarial de Portugal), em parceria com o CETS – Conselho Empresarial no Tâmega e Sousa, tem como missão ajudar as empresas no seu processo de transição digital assente na capacitação e inclusão digital dos seus trabalhadores.

A quem se destina a formação?

As ações de formação são destinadas a ativos empregados com as qualificações do Quadro Nacional de Qualificações de nível 4 – igual ou superior ao 3º ciclo do Ensino Básico.

Escolher este programa porquê?

  • Ações financiadas a 100% pelo IEFP, não implicando qualquer custo a suportar pelos formandos
  • Subsídio de alimentação de 4,77€ se a formação decorrer em horário pós-laboral
  • Seguro
UFDC 10236 – Plataformas Web – promoção e gestão de conteúdos multimédia

Carga horária: 25 horas

Pontos de crédito: 2.25

Data de início: 21/09/2021

Objetivos:

  • Identificar os diferentes tipos de conteúdos multimédia e os seus canais de promoção
  • Utilizar sistemas de gestão de conteúdos multimédia
  • Conceber plataformas Web

Conteúdos:

  • Conteúdos
    • Tipo de conteúdos
    • Canais de promoção
  • Marketing de conteúdo
    • Qualidade
    • Constância
    • Relevância
    • Objetivos claros
  • Sistemas de gestão de conteúdos
    • Definição
    • Importância
    • Estado da arte dos sistemas de gestão de conteúdos
    • Organização e estrutura
  • Informação web dentro de pequenas e médias instituições
  • Estrutura de um portal/plataforma web
  • Soluções e criação de conteúdos
    • Produção de conteúdos audiovisuais
    • Realização
    • Edição de vídeo
  • Análise da Web de nível empresarial
  • Migração dos sistemas de gestão de conteúdos
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GIP ajuda jovens a usar técnicas de procura de emprego

O Gabinete de Inserção Profissional de Celorico de Basto (GIP), cujo Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa é a entidade promotora, dinamizou uma sessão de esclarecimento sobre Técnicas de Procura de Emprego, direcionada aos jovens que terminaram o ciclo de estudos do secundário, a convite da Escola Profissional de Fermil, em Celorico de Basto.

Foram cerca de 50 alunos que estiveram presentes na sessão, na qual tiveram oportunidade de desenvolver técnicas de procura de emprego, tais como: mobilizar a rede de contactos, elaborar o currículo, responder a anúncios, realizar candidaturas espontâneas e preparar uma potencial entrevista.

Num mundo profissional cada vez mais desafiante e competitivo é essencial que os jovens tenham acesso a um conjunto de recursos e serviços facilitadores da sua inserção no mercado de trabalho. Saber como procurar trabalho e conhecer os principais passos de uma procura de emprego bem sucedida aumentam as oportunidades.

Mais Turismo, Notícias

Melhor Turismo 2020: Churrasqueira do Povo considera projeto do CETS “uma mais valia”

“Trata-se de um programa ao qual nunca tínhamos aderido mas que se revela realmente uma mais valia para a nossa empresa”. É desta forma que António Henriques, sócio da empresa Henriques & Marques – Restauração II Lda, reconhece o impacto positivo resultante da participação no programa ‘Melhor Turismo 2020’, promovido pelo CETS com o apoio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal.

Esta empresa, criada em 2015, tem sede na Rua de São Brás, em Frazão, Paços de Ferreira e explora, desde a sua constituição, o Restaurante Churrasqueira do Povo.

Segundo António Henriques, a adesão ao programa foi motivada pela vontade de “realizar uma intervenção na área do marketing digital, que incluísse a criação de ementas e cartas de vinhos digitais” e tendo em vista a “obtenção do selo de qualidade da Rota do Românico e  do selo Safety Clean”, bem como “auxílio na submissão de candidaturas de apoio ao nível do Portugal 2020”.

Tendo em conta a intervenção já realizada, o sócio da Henriques & Marques – Restauração II Lda considera a experiência “muito positiva”, sublinhando um “apoio constante para os projetos e atividades que pretendemos desenvolver”

“As ementas e a carta de vinhos digital já se encontram implementadas. Fomos auxiliados na elaboração de candidaturas ao nível do Balcão 2020 e Turismo de Portugal e já possuímos o selo de qualidade da Rota do Românico”.

Localizada na estrada nacional que liga Paços de Ferreira ao Porto, a Churrasqueira do Povo dedica-se à prestação de um serviço de qualidade  aos clientes que a procuram, recebendo-os em “instalações amplas e modernas, com capacidade para 280 lugares sentados”, e os pratos que lhe são mais conhecidos vão “desde as carnes grelhadas ao cabrito assado no forno, cozido à portuguesa e um excelente bacalhau e leitão à bairrada”.

Esta empresa do setor da Restauração e Eventos tem-se mostrado resiliente perante a pandemia, adaptando-se e continuando a prestar o serviço de refeições através do regime de take-away, satisfazendo mais de 200 clientes diariamente.

O programa ‘Melhor Turismo 2020’ é cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

Notícias, Qualify&BrandOn

CETS retomou ações de benchmarking para os empresários do Tâmega e Sousa

Durante o mês de julho, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) promoveu cinco ações de benchmarking, no âmbito do projeto ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’. 

As atividades, inseridas no Programa de Estímulo à Inovação Criativa e de Promoção de Práticas de Cooperação de Pequenos Clusters, permitiram envolver empresários da região do Tâmega e Sousa e visitar empresas consideradas como referência. Exemplos de sucesso e de boas práticas, cujo posicionamento inclui a aposta na internacionalização, na inovação, no uso de tecnologias avançadas ou no enfoque nos colaboradores, como parte integrante e central para o desenvolvimento e sucesso das empresas.

As visitas realizadas incidiram no setor da Indústria, em áreas variadas como a Metalomecânica, Têxtil e Construção. Em três dias distintos, a 1, 15 e 22 de julho, foram visitadas as instalações da FORCEFER – Engenharia Metalomecânica, em Sernancelhe; Continental Advanced Antenna Portugal, em Vila Real; Ecosteel, S.A., em Póvoa do Varzim; Quinta & Santos Score S.A., em Barcelos; e António Longarito, Lda, em Barcelos e Braga.

No total, o CETS pretende concretizar sete ações, sendo que as próximas estão previstas para o mês de setembro, em data a comunicar oportunamente.

O ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’ – promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em copromoção com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa  (CETS) e com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico do Porto (ESTG-IPP) – é cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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“Temos apoiado as empresas, no sentido da valorização dos seus dirigentes e colaboradores, através de projetos de formação”

A Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva (ACICP), criada em 1993, tem como missão “apoiar, representar e defender os legítimos interesses dos setores comercial, industrial e de serviços da região, promover a qualidade e a eficiência das empresas associadas e promover a aquisição de conhecimentos dos seus colaboradores, proporcionando assim um melhor desempenho profissional, que leve ao desenvolvimento das atividades económicas”.

Entre os serviços prestados, Manuel Alves, Presidente da Direção desta associação, destaca as ações de apoio aos empresários no âmbito da formação, de candidaturas aos fundos de investimento e da internacionalização das empresas.

Que análise faz do panorama empresarial do território que a associação abrange?

R: Castelo de Paiva, como todos os concelhos do interior, sofre os problemas inerentes a essa interioridade.

Deficientes vias de acesso e a falta de novos pólos industriais são os principais problemas que os investidores encontram, para a sua fixação.

Apesar de nos últimos anos ter existido alguma evolução, as micro e pequenas empresas representam, ainda hoje, quase 90% da atividade económica deste concelho.

De que forma é que a associação tem ajudado as empresas, suas associadas?

R: No âmbito da Formação, a ACI, através dos projetos que tem submetido, tem apoiado as empresas, no sentido da valorização dos seus dirigentes e colaboradores, dotando-os das ferramentas que lhes permitam uma maior competitividade.

Através de parcerias, e tendo em conta os Avisos do FSE, a ACI tem apoiado as empresas nas candidaturas aos fundos de investimento e apoiado, também, nos projetos de Internacionalização.

Do plano de atividades, que dinâmicas se têm destacado?

R: Para além da informação e das formações disponibilizadas, as ações de promoção do Comércio Local, em parceria com a Câmara Municipal, têm sido uma constante.

Parceria com o Município de Castelo de Paiva

A Coorganização da Feira do Vinho Verde, do Lavrador, Gastronomia e Artesanato de Castelo de Paiva, que é, sem dúvida, a grande montra de Castelo de Paiva, é uma das atividades de relevo desta associação.

Feira do Vinho Verde, do Lavrador, Gastronomia e Artesanato de Castelo de Paiva – Foto: joaopaulo

Quais as ações previstas para 2021 e projetos em curso?

R: A exemplo do ano passado, devido às restrições provocadas pelo covid-19, a organização de grandes eventos não será possível, pelo que as ações de promoção serão direcionadas através dos canais digitais da associação.

Está também prevista a organização de um Stock Off, no sentido do escoamento, por parte dos comerciantes, dos artigos fora de catálogo, bem como a organização das atividades natalícias, promovendo as compras no comércio local.

Estão em execução projetos de Formação/Ação e Formações Modulares.

Em parceria com várias associações do Tâmega e Sousa foi elaborada uma candidatura de internacionalização das empresas, orientada para o mercado lusófono, no sentido da procura de novos mercados e parcerias para as empresas de Castelo de Paiva.

Que dificuldades/desafios são mais sentidos pela associação?

R: Uma das grandes dificuldades sentidas deriva da constituição do tecido empresarial do concelho que, como já foi referido, é maioritariamente constituído por micro e pequenas empresas, muitas delas de característica familiar, dispersas pelo território, o que, aliado à pouca apetência pelo associativismo, nos cria entraves de penetração e organização de ações.

Um dos grandes desafios passa pela criação e planeamento de uma estratégia conjunta, com as associações representativas do território do Tâmega e Sousa, no âmbito do CETS, para melhor podermos aproveitar os recursos anunciados pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

FAZEM PARTE DO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA AS SEGUINTES ASSOCIAÇÕES: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CASTELO DE PAIVA, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE AMARANTE, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE BAIÃO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE CINFÃES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FAFE, CABECEIRAS DE BASTO E CELORICO DE BASTO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FELGUEIRAS, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DO MARCO DE CANAVESES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PAÇOS DE FERREIRA, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PENAFIEL, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE VILA MEÃ E A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE LOUSADA.
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“Estamos ao lado dos nossos associados e promovemos de forma regular o comércio tradicional”

A Associação Empresarial de Baião (AEB), organismo fundado em 1982, tem como missão “representar e defender os interesses comuns de todo o tecido empresarial de Baião, tendo em vista a promoção do desenvolvimento empresarial do concelho e da região que integra, fomentando o dinamismo empresarial e a satisfação das diversas necessidades dos seus associados, empresas e empresários”.

Maria Miguel Correia, Presidente da Direção desta associação, lembra o impacto de um 2020 atípico, a adaptação da associação a uma nova realidade e revela as formas de apoio empresarial em vigor.

Que análise faz do panorama empresarial do território que a associação abrange?

R: O território de Baião está em constante evolução empresarial, com a fixação e a criação de novas empresas, evolução essa no entanto morosa, em ritmo intermitente. Baião, sendo um território de baixa densidade, depara-se neste momento com uma grave falta de mão-de-obra qualificada que, por si só, trava a evolução das empresas.

De que forma é que a associação tem ajudado as empresas, suas associadas?

R: O ano de 2020 foi bastante atípico, o mundo sofreu e, ainda sofre, de uma pandemia que abalou tudo e todos. A AEB não foi exceção. Estavam programadas, para este último ano, inúmeras iniciativas, sendo que a maioria delas ficaram por se realizar. Felizmente a AEB conseguiu, de uma forma exemplar, adaptar-se à nova realidade, e criou sinergias de apoio aos seus associados, mantendo-se, sempre, do seu lado. Tudo foi realizado de maneira diferente, as reuniões e ações de formação passaram a realizar-se através de meios online, para se evitar o contacto físico, as atividades só foram possíveis de se realizar utilizando os meios digitais e as redes sociais. Tudo mudou! A realidade empresarial não foi exceção.

Sem dúvida que o sucesso dos nossos empresários passa, agora, por uma mudança a vários níveis, essencialmente a forma de estar no mercado, pois os métodos tradicionais dão agora lugar ao mundo digital, onde vai vencer quem tiver a capacidade de se adaptar.  

Apesar de todos os entraves a AEB conseguiu desenvolver os dois Projetos de Formação-Ação (Confederação do Turismo Português e Confederação do Comércio e Serviços de Portugal), angariando novas empresas e, nunca a consultoria fez tanto sentido existir. Os consultores criaram fortes relações com os empresários afetos aos projetos referenciados, o que se traduziu num apoio constante e já habitual. Encerramos o Projeto de Formação Modular, concretizando quase em cem por cento todo o volume de formação previsto. Realizamos nova candidatura às Formações Modulares, sendo a mesma aprovada. Este projeto será executado nos próximos dois anos.

Sede da AEB

Em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Baião deu-se início ao Programa CLDS4G – Eixo 1 – Emprego, Formação e Qualificação. Neste sentido, a AEB contratou um colaborador para ficar afeto a este eixo. Em parceria com o CETS – Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e com a AEP – Associação Empresarial de Portugal promovemos junto dos nossos associados e da rede de contactos da AEB o Programa Emprego Mais Digital. Também, juntamente da Associação Empresarial de Penafiel estamos a promover no concelho, junto da população desempregada, os Cursos EFA e também a Formação Pedagógica Inicial de Formadores be-learning (CCP). 

Apesar de todas as adversidades, a AEB tentou, sempre, levar a cabo várias iniciativas, estando ao lado dos seus associados e promovendo, de uma forma regular, o comércio tradicional e o lema “Compre em Baião”.

Do plano de atividades, que dinâmicas se têm destacado?

R: A AEB teve de se adaptar a uma nova realidade e, não conseguindo concretizar todas as atividades que gostaria e que normalmente tem vindo a organizar, foi sempre acompanhando o trabalho dos seus associados, colocando-se perto, ouvindo as suas maiores dificuldades e apoiando, dentro do que são as suas possibilidades, a vários níveis. 

Podemos dizer que a AEB vai publicitando informações dos associados; realizamos uma edição da Feira de Stock Off, no formato online; confortamos os nossos associados com mensagens de apoio e de sensibilização; informamos os associados dos vários incentivos e orientações técnicas de apoio, no âmbito do COVID-19; comunicamos através da nossa newsletter semanal todas as medidas decretadas no âmbito do surto da COVID-19; apoiamos telefonicamente os associados que, durante o decreto de encerramento dos estabelecimentos necessitaram de apoio: Lay-Off, Segurança Social, Dinamização das Redes Sociais, etc.

Primeira edição do Stock-Off Online Baião

Criamos a Plataforma Compre em Baião para alojar todas as empresas e empresários associados, por área de atividade, que por decisão decretada estavam encerrados mas continuavam a servir os seus clientes, via online, take away, telefone ou outro. Uma Plataforma que está em constante atualização. Registamos também os nossos associados na Plataforma Negócios Abertos em Portugal, uma plataforma que reúne os negócios abertos em Portugal, durante a pandemia COVID-19.

Promovemos, para o setor da Restauração e Similares, sessões de esclarecimento; em parceria com o Município lançamos mensagens de apelo à compra no comércio e serviços de Baião; apoiamos os associados na obtenção do Selo Clean & Safe; apresentamos a aplicação RGPD365 e Quality365 e recebemos os nossos associados na AEB com a maior segurança. Demos apoio, aos mais diversos níveis, através do Balcão do Empreendedor; proporcionamos mensalmente Apoio Jurídico aos nossos associados; publicitamos os vários programas  de apoio às empresas; realizamos a ação Compre em Baião, em moldes um pouco diferentes, mas que envolveu cerca de cinquenta participantes.

Compre em Baião 2020

Promovemos o Black Friday, uma nova iniciativa de apoio ao nosso comércio; divulgamos pelos associados o DRIVE THRU – TESTE COVID-19 da Santa Casa da Misericórdia de Baião; elaboramos mais de vinte Candidaturas às Empresas Associadas, aos Programas promovidos pelo IEFP (estágios, entre outras medidas); promovemos os Concursos de Montras; lançamos campanhas de sensibilização, apelando ao Compre em Baião; criamos a linha de apoio Info Covid; em parceria com a Empresa Crius Consulting e Selectibalanço informamos e elaboramos candidaturas aos nossos associados sobre as várias medidas de apoio (Candidaturas ao Projeto Adaptar e Candidaturas ao Apoiar.PT).

Divulgamos dicas importantes aos nossos associados através das redes sociais; realizamos campanhas para angariação de novos associados; estabelecemos parceria com uma Empresa de Mediação de Crédito, Decisões e Soluções, com a Fruitart, a Ergovisão e a Opticalia; reformulamos parcerias com a Repsol e com a Medimarco e promovemos, através das redes sociais, as empresas associadas PME Excelência e Líder 2020.

Shark Tank Júnior

Junto do CENFIM de Amarante, e no âmbito, ainda, do Projeto Economia Ativa no Douro Verde, realizamos o Shark Tank Júnior, sendo que logo depois promovemos este Centro de Formação junto dos alunos do Agrupamento de Escolas do Sudeste Baião. Por último, e não menos importante, apoiamos a restauração, em parceria com a CMB, em épocas festivas, encarregando-nos de fazer as entregas das refeições até casa do cliente, envolvendo os taxistas do concelho que foram os responsáveis por essas mesmas entregas.

A AEB irá continuar a manter boas relações de parceria com instituições locais e regionais e aceitar todas as oportunidades de cooperação que surgirem, aumentado, assim, a sua rede de parceiros. Sabemos que o sucesso da AEB passará, também, pela capacidade de trabalhar, cada vez mais, em rede, permitindo aos seus associados chegar de forma mais fácil à solução. Iremos futuramente aproveitar todas as oportunidades, contudo, o sucesso dependerá do envolvimento e empenho de cada um.

Quais as ações previstas para 2021 e projetos em curso?

R: Devido a toda a situação pandémica, é num contexto de incertezas que a Direção da AEB planeou as suas ações para 2021. 

A associação em 2021 irá continuar a executar os seus dois projetos de Formação-Ação, com o Turismo de Portugal (CTP) e com a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), irá iniciar um novo projeto de Formação Modular, com vista a formar os empresários e seus colaboradores, à medida das suas necessidades.

A formação será, mais uma vez, a grande aposta da AEB, pois consideramos que seja a base para o sucesso dos empresários. 

Em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Baião, iremos trabalhar o Eixo 1 – Emprego, Formação e Qualificação do Contrato Local de Desenvolvimento Social CLDS 4G “Rede +”.

Para além destes projetos, a AEB, em 2021, irá continuar a organizar atividades em torno da promoção e dinamização das suas empresas e empresários, de salientar, as Feiras de Stock Off em modo online; o Compre em Baião, uma iniciativa de muito valor e com grande afluência por parte dos associados; o Black Friday, uma nova iniciativa de promoção das nossas lojas comerciais; a linha Info Covid, também uma atividade recente da AEB para apoiar os nossos associados; as sessões de Networking entre os Empresários de Baião, uma atividade diferente, que juntará os nossos empresários e possibilitará a troca de experiências, saberes e contactos; a divulgação do tecido empresarial de Baião junto das escolas; os Concursos de Montras; e ainda, dentro do possível de se fazer, a animação de natal nas vilas, sendo pretensão desta associação, a instalação de uma pista de gelo durante o mês de dezembro; a gravação dos spots publicitários com mensagem de natal, como vem sendo hábito e a iluminação da Árvore de Natal.

Concurso de Montras 2020 – Janelas de Natal

Pretendemos realizar visitas aos associados, pois a Direção considera importante poder acompanhar mais de perto os problemas e desafios dos associados e estes conhecerem o trabalho desenvolvido pela AEB, de forma mais clara e concisa. As ações de sensibilização, as candidaturas elaboradas pela AEB às empresas, aos diversos programas promovidos pelo Estado, para a criação de emprego, entre muitas outras atividades, fazem parte das ações da AEB neste ano.

Importa salientar que o plano de comunicação que a AEB iniciou, quer ao nível das redes sociais, quer ao nível do envio, semanal, de uma newsletter, contribuiu para uma maior promoção e divulgação das atividades desenvolvidas, com isto, pretende-se mostrar, quer aos associados, aos empresários e a todo o público em geral, o trabalho desenvolvido, as apostas e parcerias efetuadas, resultando num aumento do número de associados que veem com bons olhos a dinâmica desta associação.

Que dificuldades/desafios são mais sentidos pela associação?

R: A sustentabilidade económica da associação é uma preocupação constante; a inovação na execução de projetos a fim de evitar a sobreposição de atividades com outras entidades.

FAZEM PARTE DO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA AS SEGUINTES ASSOCIAÇÕES: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CASTELO DE PAIVA, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE AMARANTE, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE BAIÃO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE CINFÃES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FAFE, CABECEIRAS DE BASTO E CELORICO DE BASTO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FELGUEIRAS, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DO MARCO DE CANAVESES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PAÇOS DE FERREIRA, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PENAFIEL, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE VILA MEÃ E A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE LOUSADA.

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PROGRAMA EMPREGO MAIS DIGITAL: NOVO PERÍODO DE INSCRIÇÕES

Encontra-se aberto novo período de inscrição para a UFCD 10236 – ‘Plataformas WEB – promoção e gestão de conteúdos multimédia’ (Turma 02), no âmbito do programa Emprego Mais Digital.

Este programa, promovido no Tâmega e Sousa pela AEP (Associação Empresarial de Portugal), em parceria com o CETS – Conselho Empresarial no Tâmega e Sousa, tem como missão ajudar as empresas no seu processo de transição digital assente na capacitação e inclusão digital dos seus trabalhadores. 

A formação, com início previsto para o dia 16 de julho, decorre em formato online através da plataforma Cisco Webex e em horário pós-laboral.

A quem se destina a formação?

As ações de formação são destinadas a ativos empregados com as qualificações do Quadro Nacional de Qualificações de nível 4 – igual ou superior ao 3º ciclo do Ensino Básico.

Escolher este programa porquê?

  • Ações financiadas a 100% pelo IEFP, não implicando qualquer custo a suportar pelos formandos
  • Subsídio de alimentação de 4,77€ se a formação decorrer em horário pós-laboral
  • Seguro
UFDC 10236 – Plataformas Web – promoção e gestão de conteúdos multimédia

Carga horária: 25 horas

Pontos de crédito: 2.25

Data de início: 16/07/2021

Objetivos:

  • Identificar os diferentes tipos de conteúdos multimédia e os seus canais de promoção
  • Utilizar sistemas de gestão de conteúdos multimédia
  • Conceber plataformas Web

Conteúdos:

  • Conteúdos
    • Tipo de conteúdos
    • Canais de promoção
  • Marketing de conteúdo
    • Qualidade
    • Constância
    • Relevância
    • Objetivos claros
  • Sistemas de gestão de conteúdos
    • Definição
    • Importância
    • Estado da arte dos sistemas de gestão de conteúdos
    • Organização e estrutura
  • Informação web dentro de pequenas e médias instituições
  • Estrutura de um portal/plataforma web
  • Soluções e criação de conteúdos
    • Produção de conteúdos audiovisuais
    • Realização
    • Edição de vídeo
  • Análise da Web de nível empresarial
  • Migração dos sistemas de gestão de conteúdos