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Webinar ‘Go Poland 2022’ vai aproximar empresas do Tâmega e Sousa ao mercado polaco

A Câmara de Comércio Polónia-Portugal (PPCC) vai realizar, em parceria com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa e com o apoio da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, o webinar “Go Poland 2022”, a 23 de março.

Este evento, a decorrer em formato online e com início às 10h00 (horário de Portugal), destina-se às empresas do Tâmega e Sousa, tendo como principais objetivos dar a conhecer e encorajar os primeiros passos na internacionalização na Polónia, através da divulgação deste mercado externo e a promoção de oportunidades de investimento e de trocas comerciais.

A sessão de abertura contará com as intervenções de Emídio Monteiro, Presidente do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, de Telmo Pinto, Primeiro Secretário da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, e de Wojciech Baczyński, Diretor Geral da PPCC.

No decorrer do evento, que conta com a presença de parceiros especialistas nos campos jurídico, financeiro e económico, serão debatidos temas diversos, desde a análise de dados macroeconómicos e trocas comerciais Polónia-Portugal; a prospeção do mercado e instrumentos de apoio; oportunidades comerciais e setores em destaque; e aspetos fiscais a ter em conta nas trocas comerciais entre a Polónia e Portugal.

FPME 2.0, Notícias

FPME 2.0: CETS retoma inscrições para projeto que ajuda as PME a crescer

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) lançou novo período de inscrições destinado às empresas ao abrigo do projeto Formação-Ação PME 2.0 (FPME 2.0) – Faz das Pequenas, Grandes Empresas’, o qual visa apoiar o reforço de competências e consequente melhoria competitiva de mais de 200 pequenas e médias empresas da Região Norte.

As exigências impostas pela pandemia, pelos mercados voláteis e desafios de um mundo cada vez mais global, acelerado e digital, trouxeram novas condicionantes aos negócios, mas também oportunidades, como sublinha o Presidente do CETS, Emídio Monteiro:

“O nosso projeto de Formação-Ação é, de facto, uma oportunidade para adquirir novas ferramentas, melhorar skills, estratégias de negócio e atualizar conhecimento. Porque, afinal, a qualificação e a formação ajustada às reais necessidades das empresas, são premissas essenciais a uma melhoria contínua da capacidade competitiva destas, em prol de um crescimento mais sustentado”.

Desde 2017, “com o apoio vital da Associação Empresarial de Portugal e dos demais organismos financiadores, o Conselho Empresarial tem conseguido apoiar mais empresas e reforçar a efetiva ajuda à readaptação dos negócios”, recorda o dirigente.

O FPME 2.0 é promovido pelo Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, apoiado pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), sendo cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Social Europeu.

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CETS, Rota do Românico e Escola de Hotelaria e Turismo do Porto preparam ações de apoio ao Turismo

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS), a Associação de Municípios do Vale do Sousa, através da Rota do Românico, e a Escola de Hotelaria e Turismo do Porto firmaram uma parceria, formalizada a 24 de fevereiro, com vista ao apoio do setor do turismo.

Uma das primeiras ações será a dinamização de formações que contribuam para a qualificação dos profissionais do turismo e, consequentemente, para maiores índices de qualidade deste setor no Tâmega e Sousa.

Numa primeira fase, as ações de capacitação, que vão decorrer no Centro de Interpretação do Românico, em Lousada, abrangem duas áreas temáticas de intervenção — Inglês Técnico e Espanhol Técnico —, estando prevista a realização de duas ações em regime laboral e duas em regime pós-laboral, com formadores identificados pela Escola de Hotelaria e Turismo do Porto.

A cooperação mútua entre estas três entidades nasce “da perceção da necessidade de uma contribuição decisiva para uma melhoria da capacitação e competitividade empresarial e para o desenvolvimento socioeconómico da região Norte, em particular do Tâmega e Sousa”. Para o Conselho Empresarial, é muito importante “a criação de respostas efetivas às lacunas que se vão identificando no território, como acontece com a qualificação de recursos humanos. Acreditamos que as ações previstas vão ter um contributo efetivo e eficaz”, salienta Emídio Monteiro, presidente do CETS.

O presidente da Associação de Municípios do Vale do Sousa / Rota do Românico, Nuno Fonseca, destaca a importância da formação “para a atualização de conhecimentos já adquiridos por outras vias, incluindo a experiência profissional”. Com uma forte componente técnica, esta formação “concorrerá para a otimização do acolhimento de visitantes no território da Rota do Românico, na senda do vasto trabalho de qualificação dos agentes turísticos desenvolvido por este projeto nos últimos anos”.

A parceria entre as três instituições enquadra-se também no espírito de missão da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto e no seu propósito de “disponibilizar ao sector os profissionais com o maior valor acrescentado, alcançando tal objetivo através da seleção e indicação dos formadores mais bem preparados e adequados aos objetivos do projeto formativo em causa”.

As ações de capacitação inserem-se no Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, cofinanciado pelo Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Social Europeu.

Notícias, Novo Rumo a Norte

Estão abertas as inscrições para a 10ª Oficina de Inovação

A 10ª Oficina de Inovação é uma oportunidade gratuita de capacitação de empresas.

O dia 26 de janeiro marca o arranque da 10ª edição da Oficina de Inovação, promovida pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) como parceiro territorial, bem como a Associação Empresarial de Felgueiras (AEF) e o Município de Felgueiras, como parceiros locais.

A primeira sessão irá decorrer presencialmente, no Auditório dos Paços do Concelho de Felgueiras, sendo que as sessões seguintes ocorrerão em formato online. As inscrições, gratuitas e limitadas, já estão abertas.

O contexto pandémico acrescentou grandes adversidades ao tecido empresarial e introduziu grandes mudanças na lógica e comportamento do mercado e consequentemente na atuação das empresas. Mas, os novos Desafios trazem novas Oportunidades para quem estiver preparado!

A Oficina de Inovação representa valor acrescentado, pela qualidade e pertinência da abordagem, pela forte componente prática, pelas ferramentas disponibilizadas, pela oportunidade de desenvolver e implementar um processo de Inovação na sua empresa.

Agarre esta oportunidade de se Capacitar para Inovar.

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CETS reforçou laços de cooperação com as Associações Empresariais através de visitas de trabalho

Na reta final do ano 2021, o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) realizou um conjunto de visitas às Associações Empresariais, suas associadas, com o objetivo de fortalecer laços institucionais através do diálogo e auscultação das reais necessidades das mesmas.

Ao mesmo tempo, cada visita serviu para uma frutífera troca de ideias, levadas em consideração na criação do Plano de Atividades para 2022.

“Para o CETS é muito importante estar no terreno e ‘sentir o pulso’ das nossas associações. Queremos ser aglutinadores das forças da região. E, ouvir opiniões, desejos e anseios das AE’s é fundamental para o bom exercício da nossa missão”, destacou o presidente do Conselho Empresarial, Emídio Monteiro.

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AEF privilegia a constante orientação para o Associado, ajustando os serviços às reais necessidades das empresas

A Associação Empresarial de Felgueiras iniciou atividade a 28 de setembro de 1976, sucedendo ao Grémio do Comércio criado em 26 de dezembro de 1942. Na base de trabalho está a missão de “servir os interesses dos empresários do concelho de Felgueiras, em especial, os seus associados”.

Emídio Monteiro, Presidente da Direção desta Associação, explica o que tem sido feito na orientação para o associado, assente num ajuste constante de serviços de resposta às necessidades de empresas, mercado e concelho.

Que análise faz do panorama empresarial do território que a associação abrange?

Não vamos ter ilusões que a crise causada pelo COVID-19 trouxe uma profunda recessão económica que tem características globais e que vai (e está) a ferir profundamente a nossa economia. 

Apesar desta situação, há setores mais resilientes que outros. No nosso concelho não é indiferente. O setor do calçado tem conseguido responder valentemente a esta situação. No entanto, outras variáveis prejudicam esta resiliência, como a falta de mão de obra; a falta e o aumento das matérias primas e o aumento brutal dos custos com a energia, que são as principais preocupações no dia-a-dia dos nossos empresários.

A AEF tem procurado responder, dentro do espaço que lhe é possível atuar, elencando algumas ideias e projetos importantes, de modo a responder aos anseios dos nossos associados, definidos no nosso Plano de Atividades.

De que forma é que a associação tem ajudado as empresas, suas associadas?

De forma genérica a oferta de serviços da AEF privilegia uma constante e clara orientação para o Associado, ajustando permanentemente os seus serviços às reais necessidades das empresas, do mercado e da realidade concelhia. 

Como referi, a AEF recusa-se a baixar os braços, e tenta incutir esta mensagem nos seus Associados, e sinceramente considero que estamos a conseguir. Um claro indicador é o número de empresas que se tornam associadas anualmente e a participação cada vez maior nas nossas iniciativas.

Damos como exemplo, o conjunto variado de serviços que coloca à disposição dos seus Associados. Estes estão distribuídos por sete departamentos. A saber: Departamento Administrativo, Departamento de Apoio fiscal e tributário, Departamento de Formação, Departamento de Projetos, Departamento de Eventos, Departamento Jurídico, e ainda Apoio Protocolares.

Do plano de atividades, que dinâmicas se têm destacado?

O nosso Plano de Atividades é exemplo desta vontade e dinamismo que implementamos dia-a-dia, na procura constante das melhores soluções para a comunidade empresarial, em especial, para os nossos Associados. 

Organizamos atividades de índole recreativa para a animação do Centro Urbano e das freguesias do Concelho de Felgueiras, com campanhas de Animação e Promoção Comercial junto dos consumidores para a importância do Comércio Local.

Destacamos dois eventos de forte impacto, tendo sempre em vista este objetivo, tais como: o Festival das Francesinhas, mais direcionado à restauração e a Campanha de Natal alargada a todas as atividades, num modelo diferenciador em face à situação pandémica que atravessamos. 

A nível mais externo, as nossas participações em feiras como o Xantar (Espanha); Exporivaschuh, em “Riva Del Garda” (Itália) e Intur (Espanha), bem como, as missões de prospeção: à feira Micam (Itália) e a Arnedo (Espanha).

Uma forte aposta também na Formação Profissional. Nesta área realizamos inquéritos aos Associados para levantamento das necessidades de Formação Profissional nas empresas associadas; implementamos Cursos de Formação Profissional em diferentes áreas e fazemos um acompanhamento mais próximo e técnico através do programa de formação ação MOVE PME.

Quais as ações previstas para 2022 e projetos em curso?

O plano de atividades para 2022 foi apresentado aos Associados no dia 29 de novembro. Além do arrojado plano de formação, há algumas novidades. Ao nível das campanhas de dinamização do comércio local, a estratégia definida foi a de criar uma maior proximidade com o Associado, com campanhas nas principais datas anuais, como por exemplo, a Campanha da Páscoa e/ou Natal.

A nível internacional um reforço em missões de prospeções e participação em feiras, como o Xantar (Espanha); exporivaschuh, em “Riva Del Garda” (Itália); Intur (Espanha); à feira Micam (Itália) e a Arnedo (Espanha).

Que dificuldades/desafios são mais sentidos pela associação?

A AEF tem conseguido responder à maior parte das dificuldades sentidas pelos nossos Associados, quer seja no esclarecimento e no acesso aos programas de apoio, quer facilitando o acesso à imensa informação que surge quase todos os dias por força da pandemia.

Isto traduziu-se num aumento das empresas associadas, um claro indicador de confiança nesta instituição, para que, em conjunto, dar resposta à crise, minimizando as dificuldades.

Fazem parte do Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa as seguintes associações: Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva, Associação Empresarial de Amarante, Associação Empresarial de Baião, Associação Empresarial de Cinfães, Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, Associação Empresarial de Felgueiras, Associação Empresarial do Marco de Canaveses, Associação Empresarial de Paços de Ferreira, Associação Empresarial de Penafiel, Associação Empresarial de Vila Meã e a Associação Industrial de Lousada.

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Tâmega e Sousa: Associações Empresariais promovem campanhas de Natal de apoio ao comércio tradicional

A quadra natalícia é, por excelência, uma época de aposta na promoção do comércio local e de apoio ao tecido empresarial.

Em 2021 não tem sido exceção, com as Associações Empresariais dos municípios de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Felgueiras, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira e Penafiel a dinamizar diversas iniciativas, que incluem campanhas, concursos e atividades, com o objetivo de animar e atrair clientes.


AEA

A Associação Empresarial de Amarante tem em curso campanha com o tema “Amarante, um conto de Natal”, a fim de promover o comércio local, incentivando ao consumo interno.

Inclui-se aqui animação de rua com espetáculos de dança, música e teatro; um concurso de montras e um sorteio de prémios voucher para gastar em compras do comércio tradicional.


AEB

Integrada também no espírito natalício, a AEBaião promoveu até dia 15 de dezembro o ‘Compre em Baião 2021’ que permitia descontos aos clientes nas lojas aderentes.

Seguiram-se outras iniciativas como os ‘Desejos de Natal‘, em que os clientes criaram listas do que gostariam de receber nas próprias lojas; a inauguração do Baloiço de Natal na Praça Eça de Queiroz; ou o ‘Mercadinho de Natal‘, que se realizou a 18 e 19 de dezembro, junto ao Posto de Turismo, em parceria com o Município de Baião.

Os dois últimos fins de semana contaram com animação de rua e distribuição de doces.


ACICP

A Associação Comercial e Industrial de Castelo de Paiva e o Município de Castelo de Paiva desenvolveram atividades natalícias até dia 19 de dezembro, aos domingos, através da iniciativa ‘Payva Natal ‘21’.

O Largo do Conde foi palco de várias iniciativas, tais como: venda de produtos, ações desportivas, Chegada do Pai Natal e a Hora do Conto, entre outras.


AE Fafe, Cabeceiras e Celorico de Basto

A Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto está a dinamizar uma campanha de incentivo à compra no comércio local, conjuntamente com o Município Celorico de Basto.

Até 6 de janeiro, cada 10€ de compras dá direito a um cupão que habilita a participar no sorteio de vales de compras.


AEF

A Associação Empresarial de Felgueiras apostou na campanha “Compre no Comércio Local e ganhe a sua Prenda de Natal!”, para assinalar a época natalícia 2021.

Esta ação ainda decorre e iniciou com a entrega de kits de merchandising a cada loja aderente, com diversos materiais adaptados à campanha, incluindo sacos de compra. Tem ainda sido materializada através de cheques prenda do comércio local destinados a empresas para oferta aos seus colaboradores, assim como da distribuição de vouchers para novas compras a efetuar até 28 de fevereiro de 2022.


AEMC

A AEMarco apostou em três iniciativas de promoção do comércio local, em parceria com o Município do Marco de Canaveses: o concurso “Marcoense como Nós” – edição de Natal, que decorreu até 20 de dezembro de 2021; o concurso “Montras de Natal; e publicidade sonora/som de Natal, em que as empresas podem promover os seus produtos e serviços nas ruas da cidade.


AEPF

A AEPF – Capital Do Móvel apostou, neste Natal, em dois concursos gastronómicos – Melhor Bolo Rei e Melhor Chocolate Quente – bem como no habitual Concurso de Montras.

Até 8 de janeiro, está também em curso a campanha de promoção do comércio local e restauração ‘Compre, Raspe e Ganhe‘, em parceria com o Município Paços de Ferreira.


AEP

A Associação Empresarial de Penafiel tem vindo a dinamizar várias atividades natalícias, em parceria com a Câmara Municipal Penafiel e a Freguesia de Penafiel.

As iniciativas do “Penafiel Cidade Natal”, de entrada livre, têm englobado música, teatro, oficinas lúdicas e a presença diária do Pai Natal. Destaque ainda para a existência de carrosséis, um banco de jardim gigante e baloiços de Natal, em diferentes pontos da cidade.

Até 21 de dezembro decorreu o Concurso de Montras de Natal “A Minha Montra é que é!”.


AEVM

A Associação Empresarial de Vila Meã desenvolveu, de 18 a 23 de dezembro, a iniciativa “O Natal na Linha Encantada”, para animar as ruas do comércio local, envolvendo as pessoas.

O conjunto de atividades incluiu a chegada do Pai Natal, animação com duendes, canhão de neve e muita diversão. Um ambiente envolvido por música ao vivo, a cargo de músicos amarantinos.

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Reabriram as inscrições para novas turmas do Programa Emprego Mais Digital

O Conselho Empresarial no Tâmega e Sousa (CETS) reabriu período de inscrição para novas turmas, no âmbito do programa Emprego Mais Digital – Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD).

  • UFCD 10236 – Plataformas WEB – promoção e gestão de conteúdos multimédia

O programa Emprego Mais Digital, promovido no Tâmega e Sousa pela AEP (Associação Empresarial de Portugal), em parceria com o CETS , tem como missão ajudar as empresas no seu processo de transição digital assente na capacitação e inclusão digital dos seus trabalhadores. 

As ações de formação são destinadas a ativos empregados com as qualificações do Quadro Nacional de Qualificações de nível 4 – igual ou superior ao 3º ciclo do Ensino Básico. Têm início previsto no mês de outubro, em regime online e horário pós-laboral.

Notícias, Qualify&BrandOn

CETS completou ciclo de ações de benchmarking destinadas aos empresários da região

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) dinamizou duas ações de benchmarking no mês de setembro, desenvolvidas ao abrigo do projeto ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’. 

As empresas ECCO’Let, em São João de Ver, e Fernando Ferro e Irmão, S.A, em Estarreja, foram visitadas a 29 de setembro, naquele que foi o encerramento deste ciclo de atividades inseridas no Programa de Estímulo à Inovação Criativa e de Promoção de Práticas de Cooperação de Pequenos Clusters. 

As visitas realizadas ao longo do projeto permitiram envolver empresários da região do Tâmega e Sousa e possibilitar-lhes o contacto com empresas consideradas como referência e exemplos de sucesso e de boas práticas, contribuindo para isso o facto do seu posicionamento incluir uma forte aposta na internacionalização, na inovação, no uso de tecnologias avançadas e ainda na formação, ambiente e condições de trabalho.

Para o presidente do Conselho Empresarial, Emídio Monteiro, o projeto revelou-se extremamente positivo e enriquecedor, bem como enquadrado na estratégia do CETS, uma vez que “permitiu aos participantes conhecer novas realidades empresariais, enquadradas num posicionamento voltado para um futuro inovador e dinâmico. Esperamos que estes exemplos sirvam de incentivo a novas apostas e consequente crescimento da força do tecido empresarial da nossa região”

No Tâmega e Sousa, “temos vários dos principais setores de atividades com destaque nacional e além-fronteiras. Somos um território fortemente industrial, exportador e inovador mas há passos que ainda têm de ser dados no caminho da internacionalização, da inovação digital e da qualificação. A formação e a otimização de processos têm um papel fundamental na adaptação às exigências do mercado e reforço da competitividade e é isso que queremos para a comunidade empresarial da nossa região”, salienta o dirigente.

No total, o CETS concretizou sete ações de benchmarking setoriais em 2021 – Metalomecânica; Construção e Pedra; Fileira da Moda – Têxtil e Calçado. Recorde-se que durante o mês de julho foram realizadas cinco visitas, que tiveram como destino as instalações da FORCEFER – Engenharia Metalomecânica, Sernancelhe; Continental Advanced Antenna Portugal, Vila Real; Ecosteel, S.A., Póvoa do Varzim; Quinta & Santos Score S.A., Barcelos; e António Longarito, Lda, Barcelos e Braga.

Em 2020, no período pré-pandemia, foram também desenvolvidas cinco visitas no domínio dos seguintes setores: Turismo, Agroalimentar e Metalomecânica – Original Douro Hotel, Peso da Régua; Quinta da Bela, Lamego; Adega Cooperativa do Távora, Moimenta da Beira; Amob, Vila Nova de Famalicão e Frulact, Maia.

O ‘Tâmega e Sousa – Qualify&Brand On’ – promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, em copromoção com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa  e com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico do Porto – é cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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“O nosso principal objetivo é fazer chegar mais longe e mais alto a voz dos nossos associados”

A Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, organismo fundado em 1920, tem como missão “representar a classe empresarial e promover a satisfação dos associados, orientando-os e instruindo-os de forma a que continuem a dar o seu imprescindível contributo para o desenvolvimento da região” onde está implementada.

Casimiro Magalhães Costa, Vice-Presidente da Direção desta  Associação,  explica o que tem sido feito na defesa dos interesses dos associados e na promoção do desenvolvimento empresarial.

Que análise faz do panorama empresarial do território que a associação abrange?

O tecido empresarial desta região procura adaptar-se às sucessivas mudanças com que se depara neste momento. A Associação Empresarial pretende ser um instrumento de apoio à vida económica dando apoio total ao tecido empresarial. Temos empresários com visão e empresas que se preparam para os desafios existentes na qual procuramos delinear novas estratégias.

O nosso objetivo é que os cidadãos privilegiem as empresas e o comércio de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto.

De que forma é que a associação tem ajudado as empresas, suas associadas?

A Associação tem ajudado as empresas associadas de diversas formas, através do departamento de formação da Associação Empresarial, uma vez que oferece às empresas associadas, empregados e desempregados, um leque formativo muito variado, contribuindo para o desenvolvimento de competências que permitam a modernização económica e empresarial. Pretende, de igual forma, dar resposta à crescente necessidade dos trabalhadores se adaptarem a novos contextos laborais.

Temos um plano de internacionalização, elaborado especialmente para os nossos associados, que possa corresponder à sua realidade empresarial e que permita aceder a novas oportunidades de negócio em novos mercados.

Para quem tem uma carreira profissional e pretende certificar as suas competências, no Centro Qualifica da Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto, encontra uma oferta diversificada, sendo possível, em função do seu perfil e experiência, realizar um processo de RVCC Profissional ou de Dupla Certificação ou encaminhamento para processos de qualificação ajustados.

Tem ainda o projeto “Associação Dinamiza”, que pretende ser um ponto de encontro entre a associação e todos os seus associados com sessões de esclarecimento, workshops, conversas informais…

A Associação é, hoje, reconhecida na região e por todos os organismos nacionais e associativos, públicos ou privados, pelas suas ações de informação, formação, divulgação e sensibilização, sempre com o objetivo principal de fazer chegar mais longe e mais alto a voz dos seus associados.

Do plano de atividades, que dinâmicas se têm destacado?

Esta Instituição tem, desde há alguns anos, tentado ajudar os empresários na sua internacionalização e nesse sentido, como já foi referido anteriormente, existe um plano de internacionalização elaborado especialmente para os nossos associados, orientado para que possa efetivamente corresponder à realidade empresarial deles.

O que se pretende, essencialmente, é que se consiga entrar em novos mercados e seja possível aceder a novas oportunidades de negócio.

A Associação Empresarial é proprietária de duas Escolas Profissionais, a Escola Profissional de Fafe e a Escola Profissional CISAVE de Guimarães, na qual desenvolve formação profissional orientada para as necessidades do tecido sócio económico da região e para as expectativas dos jovens.

Esta Associação Empresarial procura defender os interesses dos associados e promover o desenvolvimento empresarial, e soube adaptar-se às sucessivas mudanças com que se foi deparando ao longo dos anos.

Que projetos estão em curso?

Temos um conjunto de projetos em execução, que vão de encontro às necessidades de todos os sectores de comércio, indústria e turismo.

Esta Associação é o resultado de uma congregação de esforços que garantem o seu desenvolvimento e permitem atingir os seus objetivos. O nosso grande desafio é dar continuidade aos processos de inovação, crescimento e internacionalização para desta forma aumentar a competitividade das empresas, que são o motor do desenvolvimento económico.

Que outras dificuldades/desafios são mais sentidos pela associação?

Esta crise pandémica provocou profundas alterações na nossa economia e na nossa sociedade. Nesta fase, será muito importante que o estado, as empresas e os cidadãos em geral estabeleçam um novo contrato de competência e confiança que permita encontrar as respostas adequadas para um conjunto de problemas que vão surgindo.

No que concerne ao período de crise, esta Instituição foi procurar soluções perante estas adversidades, designadamente, procuramos auxiliar as empresas a perceberem o caminho que devem seguir, delineando novas estratégias e procurando apoios e parcerias para as colocar em prática. E aqui, mais uma vez, procuramos apoiar os nossos associados quer nos seus projetos de internacionalização, quer na qualificação das empresas.

FAZEM PARTE DO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA AS SEGUINTES ASSOCIAÇÕES: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CASTELO DE PAIVAASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE AMARANTEASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE BAIÃO, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE CINFÃES, ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FAFE, CABECEIRAS DE BASTO E CELORICO DE BASTOASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE FELGUEIRASASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DO MARCO DE CANAVESESASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PAÇOS DE FERREIRAASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PENAFIELASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE VILA MEàE A ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL DE LOUSADA.