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MELHOR TURISMO 2020: SESSÃO INFORMATIVA E INDIVIDUAL EM LOUSADA

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa vai realizar, no dia 6 de dezembro, em Lousada, uma sessão de esclarecimento no âmbito do projeto de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020”, promovido com o apoio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal. 

A sessão, destinada a empresários da área do Turismo, irá decorrer na Academia de Formação de Lousada. 

programa contempla uma breve apresentação do projeto em curso, as suas vantagens e exemplos práticos de auxílio aos empresários para readaptação e qualificação dos seus negócios, com especial enfoque no apoio à identificação de oportunidades no âmbito de programas europeus

Depois da apresentação geral, a sessão contará com um momento individual para esclarecimento de dúvidas de forma mais personalizada.

Trata-se de uma oportunidade para os empresários interessados obterem mais informação acerca deste projeto financiado, com consultoria personalizada, formação certificada e apoio à medida de cada negócio.

A iniciativa local é promovida com o apoio da do Município de Lousada e da Rota do Românico – Valsousa.

O “Melhor Turismo 2020” é cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

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CETS apresentou o Projeto Formação-Ação “Melhor Turismo 2020” em Marco de Canaveses

O Projeto CETS de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020” foi apresentado a empresários no Espaço MarcoInvest, em Marco de Canaveses. A sessão permitiu explanar as vantagens do projeto em curso e focar exemplos práticos de auxílio aos empresários para readaptação e qualificação dos seus negócios, nomeadamente no apoio à identificação de oportunidades no âmbito de programas europeus.

Houve ainda um momento dedicado ao esclarecimento de dúvidas, de forma mais personalizada e individual.

Assista ao vídeo

A iniciativa, promovida pelo CETS, contou com o apoio local da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, representada pelos Vereadores Nuno Pinto e Pedro Pinto, responsáveis pelos Pelouros do Desenvolvimento Económico e do Turismo, respetivamente, e da Associação Empresarial de Marco de Canaveses, representada pelo Vice-Presidente José Reis.

As inscrições para este projeto ainda decorrem.

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FPME 2.0 | Doces do Freixo: Com o projeto, olhou-se “com seriedade para o mundo digital”

O contributo positivo do Projeto de Formação-Ação CETS é reconhecido pelas empresas intervencionadas, como é o caso da Doces do Freixo – Casa dos Lenteirões.

Antes da adesão ao FPME2.0, “começamos a olhar para o lado da comunicação direta com o cliente, de envolver uma comunidade e ter esse tipo de interação com o público. Depois, com a pandemia, olhamos pela primeira vez para o e-commerce e conseguimos lançar uma loja online”, recorda Luís Mendes, consultor de Comunicação da Doces do Freixo.

Por ser uma empresa criada em 1819, de conceito familiar e implementada num território considerado rural (em Marco de Canaveses), Luís Mendes admite que a nova geração da família precisou “vencer barreiras de mentalidade e visão de negócio” para conseguir implementar a digitalização. Foi precisamente a “necessidade de evoluir enquanto negócio e enquanto marca” que levou à adesão ao projeto.

“O projeto de formação-ação ajudou imenso, porque veio abrir muitas portas e quebrar barreiras. Também ajudou muito na questão do site/loja online e do e-commerce em si, na questão de campanhas digitais e abriu portas para começarmos a pensar com mais seriedade na questão do business-to-business (B2B) e a usar a internet como uma ajuda, eventualmente ao entrar em algum marketplace para ajudar a vender o nosso produto e para conseguir, eventualmente também, internacionalizar a marca”, afirma. 

Por tudo isto, Luís Mendes faz um balanço “bastante positivo” e reforça que “na verdade, sem este programa a empresa provavelmente nunca teria olhado com seriedade para estes temas digitais e que são tão fundamentais para a sobrevivência das empresas, principalmente quando falamos de micro e pequenas empresas, num território de baixa densidade, no interior, com pouca formação e visão para estes temas e que tem, de certa forma, de se reinventar e ser resiliente para sobreviver num mercado que, hoje em dia, sabemos que é bastante feroz e competitivo”.

Sobre a empresa:

Os Doces do Freixo são os únicos doces regionais de Marco de Canaveses com verdadeira tradição histórica. A Casa dos Lenteirões iniciou a sua nobre atividade gastronómica em 1819 e, desde então, tem apostado em manter todos os produtos originais, sem alterações, com a verdadeira qualidade artesanal e regional.

Há cerca de dois séculos que a tradição e os costumes desta casa ficam no seio familiar e passam de geração em geração. Localizada entre o Rio Tâmega e a cidade romana de Tongobriga, a Casa dos Lenteirões é hoje o ponto de encontro de vários turistas que por ali passam.

A especialidade são as famosas Fatias do Freixo, uma iguaria que o rei D. Luís I exigia ter nos seus banquetes. Além das Fatias, os Doces do Freixo produzem ainda cavacas, biscoitos, pão-de-ló, pão-de-ló húmido, bolo-rei, rolos e bolos de gema, com toda a qualidade e rigor. 

Entre os saberes antigos e a contemporaneidade, os Doces do Freixo seguem a tendência de mercado das lojas gourmet e mantêm-se atualizados até aos dias de hoje.

Veja o vídeo completo:

O FPME 2.0 É PROMOVIDO PELO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA, APOIADO PELA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL (AEP), SENDO COFINANCIADO PELO COMPETE 2020, PORTUGAL 2020 E UNIÃO EUROPEIA ATRAVÉS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU
FPME 2.0, FPME 2.0

FPME 2.0 | Empresa Basic Rules: “Com a ajuda deste projeto, estamos organizados”

A Basic Rules – Padelfiel é mais um dos casos de sucesso da intervenção feita pelo Projeto CETS de Formação-Ação ‘FPME2.0’.

O impacto positivo, que se estendeu desde o nível organizativo ao nível de comunicação e marketing, é reconhecido por Miguel Reisinho, sócio-gerente da empresa Basic Rules Padel, Unipessoal, Lda. (Padelfiel).

“O projeto de formação-ação foi importante para nós porque tivemos o apoio de profissionais em várias áreas, o que nos permitiu desde logo a determinação associatária e fiscal da empresa. Depois tivemos ajuda na definição do plano de negócios, assim como a criação de marca, logotipo, site, redes sociais e também a política de comunicação. Tudo isso foi importante”, destaca o empresário.

Os desafios inerentes à criação da empresa, que nasceu por vontade de três sócios ligados ao mundo do desporto, serviram de motivação à adesão no projeto.

“Somos do mundo do desporto mas a questão da gestão era nova para nós e isso obrigou-nos a procurar mais conhecimento”, lembra Miguel Reisinho. “Com a ajuda deste projeto, neste momento, estamos organizados, sólidos e estáveis. Sempre que temos ajuda de pessoas especializadas em áreas que nos ultrapassam, tem tudo para correr bem”, completa.

Sobre a empresa:

A Padelfiel abriu em abril de 2021, na Zona Industrial 2, em Penafiel. O clube tem seis campos – três dentro do pavilhão e outros três dentro de uma tenda – e está aberto durante toda a semana.

Veja o vídeo completo:

O FPME 2.0 É PROMOVIDO PELO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA, APOIADO PELA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL (AEP), SENDO COFINANCIADO PELO COMPETE 2020, PORTUGAL 2020 E UNIÃO EUROPEIA ATRAVÉS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU
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FPME 2.0 | Empresa Agrinemus: Projeto foi “muito determinante”

O Projeto de Formação-Ação CETS trabalha eficazmente o reforço de competências e a melhoria competitiva das empresas. Um dos exemplos de sucesso da intervenção é o da Agrinemus – Produtos Biológicos, Unipessoal, Lda, sediada em Castelo de Paiva.

“A presença do consultor, que veio ao abrigo de dois projetos de Formação-Ação, foi essencial para mim. Eu sabia que a parte da Comunicação e Marketing era uma deficiência de conhecimento e de competência”, salienta Liliana Pinto, gerente da empresa Agrinemus – Produtos Biológicos, Unipessoal, Lda, lembrando ainda que a adesão ao projeto surgiu com objetivo de desenvolvimento de competências e implementação de estratégias de logística, divulgação, comércio e vendas.

Em termos de resultados concretos: “Agora já temos destaque, quer nas redes sociais quer visibilidade no Google, e até mesmo na forma como se comunica o produto. A formação que eu tive ao abrigo da primeira formação-ação também foi determinante e continua a ser, porque a empresa cresce e tem de começar a procurar outras soluções”, afirma. 

Sobre a empresa:

A Agrinemus nasceu em 2008, na Quinta do Pinheiral, como um projeto de agricultura biológica, utilizando os princípios da agricultura biológica, saberes locais e sabedorias ancestrais.

O produção agrícola bio iniciou com a instalação de um pomar. Entretanto foi introduzida produção da semente de tremoço, cultivado na região onde se insere. Em 2010 deu-se início à transformação de produtos agrícolas em modo produção biológico, nomeadamente o tremoço pronto a consumir com ervas aromáticas e, posteriormente, picante.

Veja o vídeo completo:

O FPME 2.0 É PROMOVIDO PELO CONSELHO EMPRESARIAL DO TÂMEGA E SOUSA, APOIADO PELA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL (AEP), SENDO COFINANCIADO PELO COMPETE 2020, PORTUGAL 2020 E UNIÃO EUROPEIA ATRAVÉS DO FUNDO SOCIAL EUROPEU. 
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FPME 2.0: CETS retoma inscrições para projeto que ajuda as PME a crescer

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) lançou novo período de inscrições destinado às empresas ao abrigo do projeto Formação-Ação PME 2.0 (FPME 2.0) – Faz das Pequenas, Grandes Empresas’, o qual visa apoiar o reforço de competências e consequente melhoria competitiva de mais de 200 pequenas e médias empresas da Região Norte.

As exigências impostas pela pandemia, pelos mercados voláteis e desafios de um mundo cada vez mais global, acelerado e digital, trouxeram novas condicionantes aos negócios, mas também oportunidades, como sublinha o Presidente do CETS, Emídio Monteiro:

“O nosso projeto de Formação-Ação é, de facto, uma oportunidade para adquirir novas ferramentas, melhorar skills, estratégias de negócio e atualizar conhecimento. Porque, afinal, a qualificação e a formação ajustada às reais necessidades das empresas, são premissas essenciais a uma melhoria contínua da capacidade competitiva destas, em prol de um crescimento mais sustentado”.

Desde 2017, “com o apoio vital da Associação Empresarial de Portugal e dos demais organismos financiadores, o Conselho Empresarial tem conseguido apoiar mais empresas e reforçar a efetiva ajuda à readaptação dos negócios”, recorda o dirigente.

O FPME 2.0 é promovido pelo Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, apoiado pela Associação Empresarial de Portugal (AEP), sendo cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia através do Fundo Social Europeu.

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2021

O Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa tem em curso o projeto de ‘Formação-Ação PME2.0 (FPME) – Faz das Pequenas, Grandes Empresas’, com vista a apoiar as pequenas e médias empresas da Região Norte em processos de reforço de competências, o que ganha especial relevância na atual fase de normalização e retoma da atividade económica. +Info

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Melhor Turismo 2020: Conheça o Programa de Apoio ao Relançamento dos Negócios

Apoiar as PME da região para enfrentar os desafios atuais e futuros: é este o propósito do projeto de Formação-Ação “Melhor Turismo 2020” que o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa (CETS) tem em curso, com o apoio da CTP – Confederação do Turismo de Portugal.

As inscrições estão abertas e destinam-se à Restauração, Cafés, Hotelaria e Alojamentos locais, Operadores turísticos, entre outros.

Tendo por referência 3 áreas temáticas – Economia Digital, Gestão de Empresas Turísticas e Otimização de Recursos Financeiros, o projeto incide no apoio à readaptação, consolidação e qualificação das PME’s do setor turístico, através de consultoria personalizada e de formação certificada. A intervenção inicia-se com o diagnóstico das necessidades, passando posteriormente para a criação de um plano de ação e avaliação da implementação.

Esta é uma oportunidade para aumentar a capacidade de gestão da sua empresa, reorganizar, inovar e qualificar os seus recursos humanos em domínios relevantes. Beneficie de financiamento de 90% a fundo perdido e prepare a sua empresa para um futuro melhor.

Este projeto é cofinanciado pelo Compete 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

O que precisa para aderir

Para verificação de elegibilidade, é necessário o envio da seguinte documentação: 

  • Declaração início de atividade, no caso dos Empresários em nome individual;
  • Certificado PME (atualizado – se aplicável);
  • IES/IRS 2019/2020 – Situação Líquida positiva;
  • Certidões de não dívida às Finanças e Segurança Social ou declaração de plano prestacional em vigor;
  • Certidão permanente ou código de acesso;
  • Comprovativo: Licenciamento da atividade (preencher declaração em Anexo 1) ou autorização de atividade;
  • Empresa autónoma (se aplicável) – preencher declaração em Anexo 3;
  • Declarações:  ausência de salários em atraso, empresa em dificuldade, capital – preencher declaração em Anexo 2; elegibilidade.
  • Quando se trate de um beneficiário criado há menos de 1 ano, a situação líquida positiva  comprova-se por balanço intercalar posterior, certificado por um Revisor Oficial de Contas (ROC), reportado até à data da candidatura.

Códigos de Atividade Económica (CAE) abrangidos

Os CAE elegíveis são: 4932, 4939, 50101, 50102, 50300, 51100, 52220, 52230, 551, 552, 553, 559, 561, 562, 563, 77110, 77340, 77350, 79110, 79120, 79900, 82300, 86905, 90010, 90020, 90040, 91020, 91030, 91041, 91042, 93210, 93292, 93293, 93294 e 96040